E estava indo tudo indo bem...
Bem? Vem, tááááááááá, e tudo desmorona. Trabalho, Estudos e Namoro, tudo o que era já não é mais.
Que que foi que aconteceu? Quem foi que acendeu a luz e me acordou?
Júpiter! Arrrrrgh, maldição! Entrastes em Áries e me desmontou como um Playmobil seu feio! Agora tenho que me recompor. Cadê aquela minha peruca....
Tááááááááá, que que é isso, denovo? O que?
Júpiter deu uns passos pra trás e voltou pra Peixes.
Seu retrógrado! Isso não se faz, agora quer que eu use a mesma roupa de ontem? Detesto usar a mesma meia e cueca, ainda mais sem ter tempo de tomar um bom banho pra tirar toda a lama e passar um talco nos pés...
Que saco isso, tou me sentindo uma caquinha assim, fazendo a mesma coisa, sentindo a mesma coisa, comendo a mesma coisa, ... Oh Céus, Oh Vida!
O que foi agora hein? Não, não, tu não tá vindo denovo e me dar um... Tááááááááá, Tááááááááá, Tááááááááá, ...
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh. Mas olha aqui, desta vez faz a coisa direito, se for pra acabar com tudo isso aqui que não sobre nem o pó, sem dó, nem só.
Tááááááááá naquilo que não serve mais!
Tááááááááá em todos que não colaboram em nossa evolução!
Tááááááááá nas atividades retroativas e forçadas!
Tááááááááá nos hábitos e atitudes insalubres!
Tááááááááá no Tááááááááá que nos deram
e Tááááááááá em tudo aquilo que queria nosso mal!
Tááááááááá
Mente difusa, Corpo volátil
27 de janeiro de 2011
13 de janeiro de 2011
E a mágica foi feita...
É preciso reconhecer a hora em que temos que sair de cena. Insistir em permanecer no palco e se tornar figurante de sua própria história se torna sufocante e desrespeitoso consigo mesmo.
A mágica do desaparecimento não é tão dificil quanto se parece, basta apenas sairmos do palco delicadamente e sentarmos na platéia de nossa própria vida. Observar-se é fundamental para percebermos os erros que cometemos, os acertos que nos levam adiante, as personagens que nos auxiliam ou nos atrapalham neste caminho, etc. Observar as pessoas e atividades que nos impulsionam à nossa evolução nos torna mais amáveis e amantes de nossa própria vida e de todas as outras. Simples assim, parar de se colocar em cena, se diminuir e reconhecer que todo o processo de busca, seus atos, apresentam suas dificuldades, seus personagens, seus aprendizados e sensações a serem assimiladas e apreendidas.
Todo processo é dificil e por vezes penoso. Não é tão simples quanto parece "eliminar" as más influências, as pessoas negativas, as atitudes e hábitos viciantes, a própria teimosia e o próprio ego. Toda mudança começa dentro de nós, e é daqui de dentro que o mundo muda, basta querermos.
Sendo bem pessoal digo isso tudo por mim. Estou passando por esta limpeza, forçada ou não, por uma purificação intensa e sem controle, por experiências e aprendizados que estão me impulsionando cada vez mais, para frente. Tudo ao mesmo tempo agora! Tudo o que há de cair está caindo bem aos meus pés, não consigo evitar, e é triste perceber isso.
Sumi! A mágica se fez! Agora sem twitter, facebook, nem orkut ou msn, nada que me exponha; agora é hora de desaparecer, e para isso, apenas coloquei minha armadura preta, invisivel estou.
Se queres me encontrar, sabe onde me procurar!
Nestes dias Deus falou uma coisa pra mim:
- Todo caminho em minha direção é válido, então, até logo!
FUI!
A mágica do desaparecimento não é tão dificil quanto se parece, basta apenas sairmos do palco delicadamente e sentarmos na platéia de nossa própria vida. Observar-se é fundamental para percebermos os erros que cometemos, os acertos que nos levam adiante, as personagens que nos auxiliam ou nos atrapalham neste caminho, etc. Observar as pessoas e atividades que nos impulsionam à nossa evolução nos torna mais amáveis e amantes de nossa própria vida e de todas as outras. Simples assim, parar de se colocar em cena, se diminuir e reconhecer que todo o processo de busca, seus atos, apresentam suas dificuldades, seus personagens, seus aprendizados e sensações a serem assimiladas e apreendidas.
Todo processo é dificil e por vezes penoso. Não é tão simples quanto parece "eliminar" as más influências, as pessoas negativas, as atitudes e hábitos viciantes, a própria teimosia e o próprio ego. Toda mudança começa dentro de nós, e é daqui de dentro que o mundo muda, basta querermos.
Sendo bem pessoal digo isso tudo por mim. Estou passando por esta limpeza, forçada ou não, por uma purificação intensa e sem controle, por experiências e aprendizados que estão me impulsionando cada vez mais, para frente. Tudo ao mesmo tempo agora! Tudo o que há de cair está caindo bem aos meus pés, não consigo evitar, e é triste perceber isso.
Sumi! A mágica se fez! Agora sem twitter, facebook, nem orkut ou msn, nada que me exponha; agora é hora de desaparecer, e para isso, apenas coloquei minha armadura preta, invisivel estou.
Se queres me encontrar, sabe onde me procurar!
Nestes dias Deus falou uma coisa pra mim:
- Todo caminho em minha direção é válido, então, até logo!
FUI!
16 de novembro de 2010
Relacionamento perfeito - Lya Luft
O assunto pode ser dramático ou engraçado, tão humano e tão difícil de entender.
A mim, sempre buscando explicações e significados porque tão pouco entendo, me ocorre falar ou escrever exatamente sobre aquilo que menos sei. Trabalho interminável, espécie de suplício de Tântalo: o pobre todo dia empurrando montanha acima uma grande pedra que voltava a rolar pela encosta, a fim de que o torturado recomeçasse mais uma vez.
Querer alcançar o significado das coisas, da vida, das gentes, de seus relacionamentos e desencontros, é um pouco assim.
Seguidamente me indagam – ou tento imaginar – o que seria um relacionamento perfeito. Eu ia escrever "casamento", mas preferi a outra palavra, porque ela não tem nada a ver com cartório e burocracia, opressão ou coerção social e familiar: tem a ver com querer se ligar a alguém, e querer continuar ligado.
Cada dia, ao acordar, fazer de novo a escolha: eu quero mesmo é você comigo.
Mas "perfeito" é uma palavra tola: perfeição, só no céu de todas as utopias. Aqui, nesta nossa terra nada utópica, perfeição me pareceria um pouco entediante: como, nada a reclamar, tudo assim direitinho?
Olho pela janela e bocejo: muito sem graça, a tal perfeição. O céu com anjos tocando harpa pelo tempo sem tempo me deixava pasmada já na infância. Nada mais? Nem uma brincadeira proibida, um escorregão nas nuvens, uma risada na hora do sagrado silêncio... nem uma transgressãozinha na ordem celestial?
Minha alma indisciplinada não encontraria alimento nem estímulo, e ia-se desfazer em fiapo de nuvem embaixo de algum armário onde se guardassem os relâmpagos e os trovões, e todas as duras sentenças.
Então, relacionamento perfeito, nem pensar.
Mas uma ligação de cumplicidade e ternura, de sensualidade e mistério, ah, essa eu acho que pode existir. Como todos os contratos (não falo dos de papel mas de corpo, coração e mente), esse precisa ser renovado de vez em quando: a gente tira o contrato da gaveta da alma, e discute. Briga talvez, chora, reclama, mas ainda ama, ainda deseja. Ainda quer o abraço, o passo no corredor, o corpo na cama, o olhar atento por cima da xícara de café... quer até a desorganização e a ruptura, para depois de novo o que é bom se reconstruir.
Que seja vital: isso me parece uma boa parceria. Que seja dinâmica, seja lá o que isso significa em cada caso. Pelo menos, não acomodada; mas muito aconchegante.
Que seja sensual e amiga, essa ligação: se não gosto do outro como ser humano, com seus defeitos, sua generosidade e egoísmo, força e fragilidade, se não o quereria como amigo... como então, mesmo com tempero do desejo, posso me relacionar com ele para uma vida a dois?
O tema é quase infinito: pois cada caso é um caso, assim como cada casal é um casal, e cada fase da vida do indivíduo ou dos dois é diferente.
O bom é quando essa constante transformação se faz para maior cumplicidade, e não mais distanciamento.
Que um relacionamento não seja prisão; que não seja enfermaria nem muleta; mas que seja vida, crescimento (turbulências eventuais incluídas).
Que seja libertação e ajuda mútua; não fiscalização e condenação, a sentença pronunciada numa frase gélida ou num olhar acusador, ar de reprovação ou lamúria explícita.
Que seja cumplicidade, porque a vida já é difícil sem afetos. O som dos passos no corredor pode ser um conforto inacreditável, o corpo ao lado na cama uma âncora para a alma aflita. O entendimento recíproco é um oásis no isolamento desta nossa vida pressionada por tempo, dinheiro, regras, mil solicitações de família, trabalho, grupo social, realidade do mundo.
Que seja presença e companhia, o relacionamento bom: pois a solidão é um campo demasiado vasto para ser atravessado a sós.
Querer alcançar o significado das coisas, da vida, das gentes, de seus relacionamentos e desencontros, é um pouco assim.
Seguidamente me indagam – ou tento imaginar – o que seria um relacionamento perfeito. Eu ia escrever "casamento", mas preferi a outra palavra, porque ela não tem nada a ver com cartório e burocracia, opressão ou coerção social e familiar: tem a ver com querer se ligar a alguém, e querer continuar ligado.
Cada dia, ao acordar, fazer de novo a escolha: eu quero mesmo é você comigo.
Mas "perfeito" é uma palavra tola: perfeição, só no céu de todas as utopias. Aqui, nesta nossa terra nada utópica, perfeição me pareceria um pouco entediante: como, nada a reclamar, tudo assim direitinho?
Olho pela janela e bocejo: muito sem graça, a tal perfeição. O céu com anjos tocando harpa pelo tempo sem tempo me deixava pasmada já na infância. Nada mais? Nem uma brincadeira proibida, um escorregão nas nuvens, uma risada na hora do sagrado silêncio... nem uma transgressãozinha na ordem celestial?
Minha alma indisciplinada não encontraria alimento nem estímulo, e ia-se desfazer em fiapo de nuvem embaixo de algum armário onde se guardassem os relâmpagos e os trovões, e todas as duras sentenças.
Então, relacionamento perfeito, nem pensar.
Mas uma ligação de cumplicidade e ternura, de sensualidade e mistério, ah, essa eu acho que pode existir. Como todos os contratos (não falo dos de papel mas de corpo, coração e mente), esse precisa ser renovado de vez em quando: a gente tira o contrato da gaveta da alma, e discute. Briga talvez, chora, reclama, mas ainda ama, ainda deseja. Ainda quer o abraço, o passo no corredor, o corpo na cama, o olhar atento por cima da xícara de café... quer até a desorganização e a ruptura, para depois de novo o que é bom se reconstruir.
Que seja vital: isso me parece uma boa parceria. Que seja dinâmica, seja lá o que isso significa em cada caso. Pelo menos, não acomodada; mas muito aconchegante.
Que seja sensual e amiga, essa ligação: se não gosto do outro como ser humano, com seus defeitos, sua generosidade e egoísmo, força e fragilidade, se não o quereria como amigo... como então, mesmo com tempero do desejo, posso me relacionar com ele para uma vida a dois?
O tema é quase infinito: pois cada caso é um caso, assim como cada casal é um casal, e cada fase da vida do indivíduo ou dos dois é diferente.
O bom é quando essa constante transformação se faz para maior cumplicidade, e não mais distanciamento.
Que um relacionamento não seja prisão; que não seja enfermaria nem muleta; mas que seja vida, crescimento (turbulências eventuais incluídas).
Que seja libertação e ajuda mútua; não fiscalização e condenação, a sentença pronunciada numa frase gélida ou num olhar acusador, ar de reprovação ou lamúria explícita.
Que seja cumplicidade, porque a vida já é difícil sem afetos. O som dos passos no corredor pode ser um conforto inacreditável, o corpo ao lado na cama uma âncora para a alma aflita. O entendimento recíproco é um oásis no isolamento desta nossa vida pressionada por tempo, dinheiro, regras, mil solicitações de família, trabalho, grupo social, realidade do mundo.
Que seja presença e companhia, o relacionamento bom: pois a solidão é um campo demasiado vasto para ser atravessado a sós.
LUFT, Lya; in Pensar é transgredir.
Reprogramação
A permissão da entrega vale como tentativa, e das mais valiosas, de ser feliz e se permitir experienciar as coisas boas da vida! O reconhecimento e a compreensão são essenciais num apoio oferecido. A falha pode surgir, assim como os conflitos, as angústias, os medos, os traumas, tudo pode acontecer e mudar quando se tenta reconfigurar a máquina humana. Somos formados por centenas de experiências, fragmentos, sensações, percepções, conceitos, pré-conceitos, etc., e todos eles acabam emergindo na busca de se resguardar e se manter abrigado. Nosso inconsciente não quer se livrar daquilo que o amamenta, não se permite viver e provar a vida. Isso é inerente à grande parte da espécie humana. Cobrar ou forçar algo em confronto à isso é muito pesado e doloroso, porque não é simplesmente num dia que se joga tudo o que se forma num cesto de lixo (excessão à insights, que acontece à poucos). É preciso Compreensão, Amor, Perseverança e Fé, de cima à baixo, de frente à atrás, do lado ao outro, de todas as pessoas amadas e queridas, de todos os presentes e ausentes, de tudo o que tem vida. A Natureza, O Universo, a Essência verdadeira é liberta, entregue, plena, graciosa, nossa mãe, e é nela que devemos nos inspirar.
Me inspiro nela, só peço um pouco mais de tempo...
Me inspiro nela, só peço um pouco mais de tempo...
24 de junho de 2010
Amar dói!
Amar dói sim! Oras, porque com o Amor vem aquele desejo e espera do outro? Desejo que ele me diga "Eu te amo", e se não disser? Por que é que me importo tanto com aquilo? E se eu espero um telefonema, por que é que me frustro tanto com esta espera se não liga na hora marcada? Amar dói sim!
Como não esperar que o Amor lhe traga paz e alegria se todas as canções de amor do mundo falam sobre estas sensações? Por que se temos um Amor "morno" ele acaba esfriando de vez? Que maldição de emoção é esta que vem, abala toda a estrutura corporal, sensorial e etérica e quando vai embora nos derruba no chão? Maldição mesmo! Amar dói!
Sentir Emoção? Não, ou se sente ou se emociona, os dois juntos não dão certo... Precisamos aprender a separar as coisas, separar o joio do trigo, a água do sal, o vinho do vinagre, separar nós mesmos de nossos vícios... AMAR É VICIO! Ops, não, PAIXÃO É VÍCIO! Amar é sentir, "paixonar-se" é emotir! (esta palavra existe? glup...). Amar dói! Sofrer de amor dói! Pensar que se sofre de amor também dói! Falar A e receber X dói!
Abaixo à esta espera e angústia maldita que nos toma e nos enfraquece quando pensamos ser fortes no Amor, que quando "esperamos" estar sendo amados acabamos sendo outro qualquer, aos dramas de amor sob o estresse das grandes cidades, à falta de empatia e insensibilidade de sermos Outros na pele de Outros, à ousadia de permanecer em silêncio nas horas magoantes e de solidão, à vida não vivida, à Dor de Amar!
AMAR DÓI! E como dói! Ui... Mas quer saber, AMO MUITO TUDO ISSO!
Viva o Amor!
Como não esperar que o Amor lhe traga paz e alegria se todas as canções de amor do mundo falam sobre estas sensações? Por que se temos um Amor "morno" ele acaba esfriando de vez? Que maldição de emoção é esta que vem, abala toda a estrutura corporal, sensorial e etérica e quando vai embora nos derruba no chão? Maldição mesmo! Amar dói!
Sentir Emoção? Não, ou se sente ou se emociona, os dois juntos não dão certo... Precisamos aprender a separar as coisas, separar o joio do trigo, a água do sal, o vinho do vinagre, separar nós mesmos de nossos vícios... AMAR É VICIO! Ops, não, PAIXÃO É VÍCIO! Amar é sentir, "paixonar-se" é emotir! (esta palavra existe? glup...). Amar dói! Sofrer de amor dói! Pensar que se sofre de amor também dói! Falar A e receber X dói!
Abaixo à esta espera e angústia maldita que nos toma e nos enfraquece quando pensamos ser fortes no Amor, que quando "esperamos" estar sendo amados acabamos sendo outro qualquer, aos dramas de amor sob o estresse das grandes cidades, à falta de empatia e insensibilidade de sermos Outros na pele de Outros, à ousadia de permanecer em silêncio nas horas magoantes e de solidão, à vida não vivida, à Dor de Amar!
AMAR DÓI! E como dói! Ui... Mas quer saber, AMO MUITO TUDO ISSO!
Viva o Amor!
InfluênciaR
O ser humano tem um poder incrível de influenciar seu próprio mundo e ser influenciado por ele. Esta sensibilidade é um dom que não se adquire de graça, é algo conquistado com o tempo e muita observação. Este dom traz uma interação muito mais intensa e enriquecedora com o meio, trazendo às experiências de vida e de alma lições a serem jamais esquecidas. Mas acontece que tudo tem seu preço, nem tudo são rosas. Esta interação te coloca a assumir e ser totalmente responsável pelo que você faz e toma como verdadeiro, não basta apenas observar, agora você deve agir, se colocar como personagem principal neste seu próprio palco da vida. Isso no todo não é ruim, o que mais implica é o auto-conhecer-se, é o descobrir de si mesmo e de seu entorno, e aos poucos trabalharmos isso à nosso favor. O trabalho é importante sim, não basta apenas "saber", deve-se "conhecer", transformar saberes em sabedoria. Nosso próprio mundo fica melhor quando estamos melhores, e estamos melhores quando nos permitimos estarmos bem conosco, procurando com nossa sabedoria atrair coisas boas que nos tragam paz e contentamento.
28 de novembro de 2009
Inspirações
É engraçado que são as horas mais tristes as que mais nos inspiram a escrever, compor, cantar, etc. É numa destas horas que escrevo agora, e isso justifica minha ausência há tanto tempo neste blog. Produzimos tão bem quando estamos tristes, deprimidos, ou num estado de baixo astral; acredito que seja o nosso desejo de melhora, como um novo amor, uma nova chance, alguma novidade em nossas vidas, e vemos em tudo à nossa volta algo que pode se tornar aquilo que mais desejamos. Quando estamos apaixonados ou alegres acabamos por pensar que melhor não poderia ficar, portanto ficamos felizes e satisfeitos com aquilo que já temos. Isso está errado! Deveria ser justamente ao contrário, quanto mais felizes somos, mais felicidade deveriamos buscar. Somos grandes o bastante para suportar infinita felicidade, porque não chegarmos à este Nirvana?
Hoje tirei o dia para isso, planejar e almejar metas de plena e infinita felicidade. Aquilo que já tenho pode se desgastar, e depois disso? Entraria num ciclo vicioso, que quando triste desejo a felicidade, e quando esta chega se acaba, entro novamente no mesmo desejo. Desejo... É, tá ai um bom começo.
A repetição é sim desgastante, ainda mais minha própria repetição; devo mudar a fórmula que me faz ser quem sou!
Hoje tirei o dia para isso, planejar e almejar metas de plena e infinita felicidade. Aquilo que já tenho pode se desgastar, e depois disso? Entraria num ciclo vicioso, que quando triste desejo a felicidade, e quando esta chega se acaba, entro novamente no mesmo desejo. Desejo... É, tá ai um bom começo.
A repetição é sim desgastante, ainda mais minha própria repetição; devo mudar a fórmula que me faz ser quem sou!
9 de novembro de 2009
(RANCOR) Em busca de respostas
Estou pensando em como guardo RANCOR das pessoas. Sempre guardei, e sempre me senti mal em guardar, mas era algo que nunca me fez para para pensar. Agora estou pensando. Gostaria tanto de pegar isso e jogar fora, assim, como se faz com as embalagens que desenvolvo. Queria ser como o DiDi, em questão de horas se esquece da mágoa que teve e continua super bem e feliz. (Quero ser feliz com(o) DiDi).
Procuro respostas e soluções para esta questão, "o que me faz guardar tanta mágoa no peito?". Sei que isso não me deixa seguir em frente, que isso acaba me segurando pela canela e me fazendo andar devagar pelos caminhos que quero seguir. Mas preciso entender isso na raiz para que não volte a acontecer, preciso me libertar de meus grilhões para que eu possa VOAR. Sim, meu destino é VOAR, minha alma, meu esírito almeja voar, e enquanto não puder abriri bem minhas asas não serei plenamente feliz. Busco compreender através da Astrologia, que me diz que é uma característica zodiacal; através das runas, que me diz que estou numa maré de azar; e procuro na verdade me livrar de todas estas interpretações malditas (malditas no sentido de MAL DITAS, mal faladas, nada tão cruel), porque quero finalmente usar meu LIVRE ARBITRIO, onde ele está? Chega de manual, de interpretações alheias e dos astros, chega disso tudo, quero das continuidade à Renascença e ME estudar, ME descobrir, mas agora no sentido METAFÍSICO do Ser. Preciso me colocar no meu devido lugar, mas para isso preciso saber QUEM SOU(?)
Ainda em busca de compreensão, sigo procurando...
Procuro respostas e soluções para esta questão, "o que me faz guardar tanta mágoa no peito?". Sei que isso não me deixa seguir em frente, que isso acaba me segurando pela canela e me fazendo andar devagar pelos caminhos que quero seguir. Mas preciso entender isso na raiz para que não volte a acontecer, preciso me libertar de meus grilhões para que eu possa VOAR. Sim, meu destino é VOAR, minha alma, meu esírito almeja voar, e enquanto não puder abriri bem minhas asas não serei plenamente feliz. Busco compreender através da Astrologia, que me diz que é uma característica zodiacal; através das runas, que me diz que estou numa maré de azar; e procuro na verdade me livrar de todas estas interpretações malditas (malditas no sentido de MAL DITAS, mal faladas, nada tão cruel), porque quero finalmente usar meu LIVRE ARBITRIO, onde ele está? Chega de manual, de interpretações alheias e dos astros, chega disso tudo, quero das continuidade à Renascença e ME estudar, ME descobrir, mas agora no sentido METAFÍSICO do Ser. Preciso me colocar no meu devido lugar, mas para isso preciso saber QUEM SOU(?)
Ainda em busca de compreensão, sigo procurando...
14 de outubro de 2009
Pensando, apenas
Há tempos não posto nada por aqui, acho que chegou a hora de postar. Não páro de pensar, sou ser humano, e vivo, então devo ter algo de interessante a dizer por aqui. Bem, estou pensando, apenas, e hora ou outra realizando, pois estou no ano 9, ano de finalização e encerramentos. É..., creio sim em numerologia, e a sinto muito forte! Mas bem, este assunto é meio longo, e precisaria de outro post só para explanecê-lo (palavra chique esta, hehe). Enfim, pensando.
Queria comentar aqui uma coisa: SUCESSO. O que seria sucesso? Bem, não sei. De acordo com algumas pessoas isso seria algo desnecessário, já que somos insignificantes partículas num vasto universo (diga isso @estevaofn e suas citações de Oscar Wilde). Mas minha concepção de Sucesso não é tão ínfima assim. Numa conversa solta com um amigo neste último feriadão discutíamos sobre o significado da vida, e estranhamente me veio um termo: SISTEMA. Uma pessoa tem sucesso e cumpre bem o seu "papel" se permitir que os diversos sistemas também evoluam, é tudo uma questão de ESPAÇO. O Ser Humano é um sistema, composto por diversos outros sistemas (endócrino, digestivo, excretor, etc), e este complexo de sistemas interage com outros diversos tipos de sistemas, como o político, emocional, estudantil, profissional, etc. TUDO É SISTEMA! E o Sucesso na verdade advém da EVOLUÇÃO destes sistemas; o Ser Humano está fadado a Evoluir ou a Regredir (e ainda bem que estamos evoluindo! O pequeno Oscar Wirgley prova isso). Devemos compreender o funcionamento deste sistemas que interagem em nosso meio, e interagir também nestes sistemas, para que a evolução se acelere, pois o Planeta Terra tem urgência, este grande sistema que está sendo devastado desde a década de 50. É preciso uma maior concientização de todo este complexo e simplesmente permitir sua evoluação, cumprindo seu papel apenas, e evoluindo junto com ele. ISSO É SUCESSO!
Queria comentar aqui uma coisa: SUCESSO. O que seria sucesso? Bem, não sei. De acordo com algumas pessoas isso seria algo desnecessário, já que somos insignificantes partículas num vasto universo (diga isso @estevaofn e suas citações de Oscar Wilde). Mas minha concepção de Sucesso não é tão ínfima assim. Numa conversa solta com um amigo neste último feriadão discutíamos sobre o significado da vida, e estranhamente me veio um termo: SISTEMA. Uma pessoa tem sucesso e cumpre bem o seu "papel" se permitir que os diversos sistemas também evoluam, é tudo uma questão de ESPAÇO. O Ser Humano é um sistema, composto por diversos outros sistemas (endócrino, digestivo, excretor, etc), e este complexo de sistemas interage com outros diversos tipos de sistemas, como o político, emocional, estudantil, profissional, etc. TUDO É SISTEMA! E o Sucesso na verdade advém da EVOLUÇÃO destes sistemas; o Ser Humano está fadado a Evoluir ou a Regredir (e ainda bem que estamos evoluindo! O pequeno Oscar Wirgley prova isso). Devemos compreender o funcionamento deste sistemas que interagem em nosso meio, e interagir também nestes sistemas, para que a evolução se acelere, pois o Planeta Terra tem urgência, este grande sistema que está sendo devastado desde a década de 50. É preciso uma maior concientização de todo este complexo e simplesmente permitir sua evoluação, cumprindo seu papel apenas, e evoluindo junto com ele. ISSO É SUCESSO!
21 de agosto de 2009
RESPIRE... 1... 2... 1... 2...
A Respiração é a essência da vida na Terra, sem ela vida não
há! O domínio da respiração é tão fundamental para nossa saúde física, mental, espiritual e emocional, mas muitos se esquecem até de respirar no meio de tanta agitação do
dia-a-dia. Esta agitação toda acaba roubando nosso ar, e isso nos leva à problemas dos mais diversos. Não respirar é não
viver!
Quero falar um pouco do que tem sido minhas semanas até aqui. Foram estressantes, sim, foram. Tenho estado muito intolerante no trabalho, aquela repetição, aquelas mesmas vozes, aqueles mesmos afazeres, isso me perturbava de uma forma medonha, e pra ajudar, o reinício das aulas na faculdade. Não querer reencontrar certas pessoas me deixou ansioso e preocupado, ainda mais sendo uma figura pública naquele meio, era o representante de sala. Ter que ser solícito e simpático à toda hora era frustrante, as pessoas te confundindo com um faz-tudo não é agradável á ninguém. Enfim que rolou a eleição de representantes.
Quanta palhaçada... onde já se viu um candidadto pleitear uma vaga estando ausente? E ainda mais querer votar em si mesmo? É como se o Lula estivesse em negócios na China enquanto de longe ele manda uma mensagem dizendo: "Votem em mim!" Ahhhh, isso não desce... Mas forcei à descer. O pior não nem foi isso...
A Eleição foi formada, chegou-se num resultado: Nielson - representante, com 24 votos, e Nonono - vice, com 22 votos. Pronto, era o que eu NÃO QUERIA, fazer campanha com quem não tolero. As antipatias já tinham começado bem antes disso, há meses, até anos atrás, como eu poderia trabalhar minha tolerância daquela forma? Sai de sintonia naquela hora, não acreditei nos resultados e sem saber como, me levantei, subi no palanque e declarei: "- Muito obrigado pelos votos, mas não posso aceitar o cargo". Abdiquei! Nunca fiz isso antes, ainda mais pelo que o que eu mais queria, o cargo de representante. Graças à Deus tenho minha intuição apurada, naquela hora senti que boas coisas não viriam se permanecesse daquela forma. E isso trouxe consequências...
Dia seguinte muito burburinho e muitas mensagens via torpedos entre a classe antipática da sala. Evidentemente era sobre o evento do dia anterior. É claro que eu conversei com amigos sobre os fatos também, mas não fui cínico nem idiota de omitir isso, falei em bom som para que se quissesse ouvir que ouvisse e se quissesse ver que visse. Descobri que ser uma figura pública tem graves consequências, estamos vulneráveis à todos os tipos de ataque. Bem, e como não fui preparado para isso me senti mal com aquilo tudo. Senti meu corpo ferver de tanto que falavam de mim, de tanto que meu espírito estava descontente com aquela situação. Até que surge uma saída, AMÉM!
Me transferi de sala. Simples assim, num clique. Aquilo me aliviou tanto, e foi tão mágico, que me enerva até agora. Me sinto feliz pela escolha! Sentirei saudades de algumas pessoas daquela sala sim. Deixo minhas amigas Lenice e Michele, deixo também outras pessoas tão inocentes que me cativaram de alguma forma; mas a mudança se faz necessária quando algo não está de acordo com o que nossa alma deseja. Eu só desejava paz e tranquilidade, no que antes eu me focava no coletivo, me preocupando com a formação de um grupo de arquitetos, agora me preocuparei com meu individual, com minha grande e brilhante formação.
Só tenho a dizer uma coisa agora depois de tudo:
- Até logo, e muito obrigado pelos votos.
NielsonFSS
13 de agosto de 2009
I, Alice
PRECISO DIZER ALGUMA COISA? Lágrimas caem de emoção...
Vou dizer algo sim, e em inglês: I LOVE IT!
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